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Para não mais cometer o mesmo erro

É duro quando você se depara com o mesmo erro cometido como um ciclo. Você prometeu que não faria e fez. Prometeu que não cairia, caiu e agora duvida da sua força também.

A verdade é que os ciclos doem mais quando a gente se vê preso naquilo durante anos. O tempo vai passando e encontrar o rompimento dele parece cada vez mais difícil, mas não trave a sua mente em relação ao tempo perdido. Afinal, o tempo não vai voltar, mas a vida continua correndo. Por isso, é importante valorizar o que virá. É no agora que mora a solução.

Mas como toda história tem vários pontos de vista, existe uma coisa que você precisa saber para não cometer o mesmo erro: você não é vítima nem agressor.

Você não tem que disputar o papel – em sua própria cabeça talvez – entre se acusar por ter errado ou se maltratar por ter caído.

Na vida, a escolha constante de interpretar papéis pode te fazer perder o foco. É a escolha inusitada de insistir em ser vítima ou agressor quando você pode ser livre. De toda essa culpa que o erro trouxe junto. E destravar seu recomeço a partir do próximo passo.

Existe um único papel que você interpreta após o erro (independente de quantas vezes ele apareceu) que é de aprender com ele e não mais cometê-lo. É o papel do arrependimento.

É o que define a sua nova reação diante do acontecimento. Depois do erro, o que você tem é a tentativa de fazer diferente da próxima vez. Porque todos os dias você faz uma escolha, todos os dias você escolher diferente.


Independente do quanto a gente deseje voltar atrás, nós temos o agora e o futuro. E é isso que você tem que pensar. A vida continua.

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