E se fosse diferente?

Não importa o quão rápido nos movemos, ainda assim somos assombrados pela dúvida do “E se?” constantemente. Esse questionamento é atemporal e chega sem avisar.

Você está lá, tentando seguir em frente, quando de repente surge um pensamento que deixa tudo ao redor frágil. “E se eu tivesse me esforçado mais?” “E se eu tivesse estudado mais” “E se eu fosse mais atraente?”

Quantas não foram as vezes que você se pegou pensando naquela vaga de emprego que perdeu, naquele “sim” que deixou de dizer, ou até mesmo um “não” que era necessário?

Para todos esses pensamentos, aqui vai uma verdade: Não há mais nada a ser feito sobre o que passou.

Mas entenda, questionar não é algo ruim, dependo da importância e do contexto que você tem enxergado a sua situação atual, eles podem te ajudar a escolher uma opção melhor.

Quando você não se questiona, significa que está agindo sem pensar, o que pode te fazer mal. Mas, se você se questiona demais a ponto de ficar paralisado, isso te faz mal da mesma forma.

É necessário ter um equilíbrio sobre os seus questionamentos e colocar na balança o que está te fazendo evoluir e o que não está.

A verdade é que, não podemos escolher o que vai nos acontecer, mas como iremos reagir a cada coisa está em nosso poder. E pergunta certa não é: “E se fosse diferente?” ela deve ser: “O que eu posso fazer diferente para mudar isso?”

Tomar as rédeas dos seus pensamentos é necessário para que você consiga compreender o que está dando errado no meio do caminho.

Separe um tempo para pensar sobre as coisas que te geram dúvidas e dê a resposta devida a cada uma delas, coloque suas preocupações em ordem de prioridade e se desfaça daquilo que não pode ser mudado.

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